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Fotopolimerização

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Fotopolimerização

O Canal da Dentística UCB apresenta um vídeo SUPER TOP com 3 dicas clínicas sobre uma etapa fundamental para a correta execução das técnicas restauradoras com resinas compostas: a fotopolimerização.

As resinas fotopolimerizáveis para restaurações foram desenvolvidas com a finalidade de suprir a principal desvantagem dos sistemas de polimerização quimicamente induzidos: a falta de controle sobre o tempo de reação. As resinas ativadas por luz visível iniciam o processo de polimerização através da absorção de luz.

O sucesso clínico de uma restauração com resina composta fotopolimerizável está diretamente relacionado à qualidade do polímero formado por determinada fonte de luz. Neste processo os principais fatores responsáveis pelo compósito obtido são: emissão suficiente de intensidade de luz, correto comprimento de onda emitido e tempo de exposição adequado.

Das fontes de luz azul visível disponível no mercado, a mais popular é a convencional luz halógena de quartzo-tungstênio (LH), porém esta apresenta algumas desvantagens que limitam sua vida útil. O tempo de vida útil de uma LH é muito curto. Estima-se que sua durabilidade é de somente 50 horas, em média 38,6 horas. Além disso, tem-se demonstrado que muitos aparelhos que emitem LH não alcançam a mínima intensidade de luz especificada pelos fabricantes, devido à falta de manutenção e a não checagem da intensidade de luz do mesmo, ou ainda pelo fato do filtro e/ou lâmpada não serem substituídos regularmente.

Novos modelosde aparelhos surgiram no mercado:
– A exemplo disto, as lâmpadas de arco de plasma e o laser de argônio são os de maior custo, face à tecnologia envolvida.
– O LED (light-emitting-diode) é a tecnologia mais recente na polimerização de materiais fotossensíveis. Trata-se de uma fonte de luz no estado sólido, composta pela combinação de diferentes semicondutores para emissão de luz azul. Uma das grandes vantagens deste tipo de aparelho é a estreita faixa do espectro de luz visível emitido, o qual coincide com espectro de absorção máxima do fotoiniciador mais comumente encontrado especificamente nas resinas compostas. Outro aspecto positivo é o de não necessitar filtros, uma vez que comprimentos de onda desnecessários não são gerados e, portanto, há mínima geração de calor. Ainda dentro das vantagens deste aparelho, este possui uma longa vida útil, de 10 mil a 100 mil horas, sem significante degradação do fluxo de luz com o passar do tempo além de serem altamente resistentes aos atos de ligar e desligar durante o seu uso.

fonte: Ortoblog
imagem retirada de http://www.ident.com.br/DentalCremer/caso-clinico/20305-caso-clinico-com-resina-opallis-flow