Notícias

Aqui você confere todas as notícias do ramo odontológico.

A força de retenção dos cimentos na implantologia em relação aos vários métodos de remoção dos cimentos provisórios dos pilares de implantes

Notícias

A força de retenção dos cimentos na implantologia em relação aos vários métodos de remoção dos cimentos provisórios dos pilares de implantes

Quarenta pilares de implante pré-fabricados (GS pilar rígido, OSSTEM Implant Co., Seul, Coreia) com 5,0 milímetros de diâmetro, 5,5 mm de comprimento e um cone de 6° foram utilizados neste estudo.

Depois foram realizados blocos de resina acrílica auto polimerizante (Ortho-Jet, Lang Dental Mfg Co., Wheeling, IL, EUA) com dimensões de aproximadamente 6 x 10 × 20 mm, para permitir a fixação aos análogos e ao implante (Osstem Implant Co., Seul, Coreia) como mostrado na Figura 1.

As quarenta coroas foram divididas em 4 grupos, cada um formado por 10 implantes.

As amostras do Grupo A foram cimentadas diretamente com o cimento definitivo (Cem-Implant).

As amostras restantes foram cimentadas com cimento provisório (Temp-Bond NE) e classificadas conforme o método de limpeza dos pilares.

No Grupo B os autores utilizaram para a limpeza dos pilares uma cureta de plástico e uma gaze molhada, enquanto no Grupo C foi usada uma taça de borracha com a pedra-pomes e no Grupo D foi aplicada uma técnica de abrasão de partículas em suspensão de ar.

Os pilares foram observados utilizando um estereomicroscópio após ter removido o cimento provisório.

A resistência à tração foi medida após a cimentação definitiva.

A análise estatística foi feita utilizando a análise de senso único dos testes de variação (? = .05).

Os resultados obtidos pelos autores foram os seguintes: no Grupo B foram encontrados claramente resíduos de cimento provisório, enquanto os outros Grupos não mostraram quase nenhum traço residual de cimento.

Os Grupos A e B mostraram uma superfície relativamente lisa, enquanto uma aspereza maior foi observada no Grupo C e uma aspereza aparente foi detectada no Grupo D.

As provas de resistência à tração correspondentes revelaram que o Grupo D tinha significativamente uma força de adesão mais alta do que a tração seguida pelos Grupos C, A e B.

Implicações clínicas
De acordo com este estudo o dentista precisa levar em consideração que, uma cureta de plástico e uma gaze molhada sozinhas não podem remover com eficácia todo o cimento provisório residual do pilar. Também deve considerar que a retenção definitiva das coroas cimentadas com materiais definitivos aumenta quando os pilares foram novamente limpos com a taça de borracha e a pedra-pomes ou mediante a técnica de abrasão de ar, para remover o cimento provisório.

Fonte: Dentista Hoje. Disponível em: http://www.dentistahoje.com.br/a-forca-de-retencao-dos-cimentos-na-implantologia-em-relacao-aos-varios-metodos-de-remocao-dos-cimentos-provisorios-dos-pilares-de-implantes/. Acesso em 15/02/2016.
imagem retirada de http://www.avandental.com/dt_portfolios/implantologia/